Expliquem-me lá como é que pessoas apanhadas a copiar têm nota 10 só porque não havia data para repetir o exame. Mas repetir o que? Quem é apanhado a copiar, tem zero e terá oportunidade para a próxima vez de mostrar o que vale. Não há cá notas administrativas nem repetições. E ainda há quem ache bem!
Ah.. Mas esperem, estamos a falar da justiça portuguesa, aquela que cada vez mais dá razão aos criminosos e se está a marimbar para a verdadeira Justiça. Assim sendo, a decisão é perfeitamente normal. E está a formar devidamente os futuros juízes para o que eles vão fazer: enterrar ainda mais a Justiça.

Jun 17, 2011 @ 00:07:12
Parece-me existir uma diferença entre “redacção de leis”, “administração de leis” e JUSTIÇA, e, no caso de Portugal essa diferença é gritante! O “ministério da justiça” de Portugal por uma questão de decência deveria chamar-se PROSTÍBULO PARA ADMINISTRAÇÃO DE LEIS! A JUSTIÇA neste país já foi enterrada há muito tempo, isto se é que alguma vez a houve.
Não é necessário estar muito atento para verificarmos o nível do estrato em que a nossa “jurisprudência” se encontra. A nossa lei prevê “corrupção activa” e” corrupção passiva” e até há quem absolva “corruptos activos” por estarem a corromper “corruptos passivos errados”… é mais ou menos como absolver um assassino só porque matou a pessoa errada.
Casos de redacção incorrecta da língua portuguesa na nossa jurisprudência é o mais comum, isto para não comentarmos a forma hermética utilizada e as descrições “kafkianas” de artigos que nos remetem para outros e estes ainda para outros.
A JUSTIÇA é para mim uma área muito séria da Filosofia e que eu saiba a nossa jurisprudência nem tem uma vaga ideia do que isso é!!!
O actual caso que veio a público sobre mais uma “falcatrua” de futuros “magistrados” e a proposta de um dos seus pares para os passarem a todos com dez valores, está perfeitamente de acordo com os valores “dessa gente”…
Qual será a diferença entre uma oligarquia ditatorial e uma oligarquia democrática?…
A oligarquia ditatorial é menos hipócrita.
TRISTE NAÇÃO, POBRE POVO!